quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO!


UM FELIZ 2015 PARA TODOS!!

MUITÍSSIMO OBRIGADO A TODOS PELO CARINHO DE SEMPRE.

É UM PRAZER IMENSO GANHAR UM PEDACINHO DO TEMPO TÃO DISPUTADO DE CADA UM DE VOCÊS.


DESEJO NESTE NOVO ANO TER SEMPRE UMA PALAVRA DE PAZ E MOTIVAÇÃO PARA OFERECER, DO MAIS A GENTE CORRE ATRÁS.


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

GANHANDO O MUNDO!







TIPO UM LIVRO


GANHANDO O MUNDO!

Kenia


Essa é a Kenia, como o pais, ela fez o prefácio do livro. Divinamente.


[...] Por isso, seus textos nos encantam tanto, nos identificamos completamente, nos sentimos compreendidos, ninados, aconselhados, é sempre um prazer sentar e ter um tempinho só nosso para ler um texto dela e refletir, é revigorante. Por isso, a incentivei tanto e tenho certeza de que esse será apenas o primeiro de muitos livros, livros esses que vão nos ajudar com nossas eternas inquietações, dúvidas, crises, fases, perdas e ganhos naturais no decorrer da vida.[...] 



sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

sábado, 6 de dezembro de 2014

COM VOCÊS..... TIPO UM LIVRO!!


Está pronto!!!!! Editado, corrigido, revisado, tudo como manda o figurino, e dentro de alguns poucos dias será entregue as quase 60 pessoas que adquiriram o livro na Pré Venda.
Muito obrigado a todos que acreditaram neste projeto antes mesmo dele sair do plano das ideias.
E quem quiser aproveitar o preço da pré venda ainda da tempo, RESERVE O SEU EXEMPLAR!!
 — tipoumlivro@gmail.com

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

terça-feira, 25 de novembro de 2014

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

POST



O DIREITO DE DIZER NÃO



Sim, somos abençoadas com a dádiva de gerar outra vida.
Sim, existem milhares de mulheres no mundo que sofrem por não poder ser mãe, e outras milhares que sofrem pela pressão para que sejam.
O direcionamento é algo que evito, mas neste caso o bate papo é mesmo para as Luluzinhas.
Nós, as Luluzinhas, somos capazes de executar qualquer tarefa, inclusive as que demandam força física, já está mais que provado que a igualdade é uma questão de lógica e não só de direitos.
Nós podemos fazer tudo, saímos, bebemos, ficamos ricas por mérito próprio, cumprimos jornadas de trabalho de 44 horas semanais e ainda cuidamos de um milhão de assuntos paralelos, sem contar no retoque da progressiva, academia, etc.
Agora algumas mulheres, e não são poucas, clamam pelo direito de “Não fazer” algumas coisas, e uma dessas coisas é a maternidade.
Não estou minimizando a “missão” porque é sim uma missão! Só acho que direito do não é legitimo, assim como qualquer outro.
Esse não, não é não a uma carinha bonitinha e fofa, a um cheirinho inesquecível e tantas outras coisas incríveis, é dizer não a interromper uma vida profissional, muitas vezes tão suada, é dizer não a ter mudanças drásticas em seu corpo em benefício de outra pessoa, é dizer não a ser “eternamente” responsável pela vida de outra pessoa.
Algumas pessoas diante de uma mulher que diz não querer ser mãe, logo questionam: Mas você não pensa no futuro?
Pois bem, acho que para ter um posicionamento desses é necessário exatamente pensar no futuro, ter um filho não é ter um bebê, ter um filho é ter outra vida vinculada a sua, e isso definitivamente é um projeto muito grandioso.
Conheço algumas pessoas que tomaram, e outras que estão em busca desta resposta.
Ter ou não Ter, eis a questão, e o que vejo é o inicio de uma luta, mais uma em nosso histórico, uma luta para ter o direito de não querer algumas coisas.
Essa pausa que temos que dar para conceber uma criança é uma pausa que nos custa muitas coisas em nossa vida pessoal, não quero tratar de valores e sim de prioridades somente, e juro nunca mencionar os milhões de quilos adquiridos.
Uma gestação dura aproximadamente 40 semanas, vamos então a uma conta rápida, as 12 primeiras semanas são definitivamente apagadas de nossas vidas, tontura, sono, impossibilidade total de se alimentar, praticamente nos deixam impossibilitada de exercer qualquer atividade.
Ora essa! Como assim, somos mulheres! E outra, o que são 12 semanas comparadas ao prazer de ser mãe?
Respondo. Essas doze semanas realmente é um pequeno dessabor que temos que enfrentar para o grande prêmio, mas pense, qual seria o impacto dessas doze semanas para uma mulher que tomou essa decisão forçada, praticamente induzida por familiares e amigos, onde estarão estas pessoas na hora dos enjoos matinais?
Vamos então as últimas oito semanas, essas sim deveriam ser chamadas de missão, “esperar um bebê” esperar... esperar...
Juro não mencionar o cárcere privado e também o inchaço nos pés e no nariz, também não acho justo trazer para essa pauta o andar sedutor que adquirimos, então não mencionarei.
A cada dia que passa mais mulheres ponderam os pros e os contras da maternidade, não estou levantando nenhuma bandeira e nem tentando exercer controle de natalidade, só acredito que todos temos o direito de escolher o rumo da nossa vida.
Um casal que não tem filhos não é pior do que um casal que decidiu ter filhos e terceiriza a educação das crianças.
Decisões que não são ponderadas é um acidente de percurso, e como humanos que somos, tendemos a corrigir a rota, e com certeza os maiores prejudicados não seremos nós, mas sim os pequeninos que são nos dias de hoje órfãos de pais vivos.
A maternidade e também a paternidade é um ato de coragem, e também uma mudança no estilo de vida, uma mudança de ideais, uma mudança permanente, e é necessário muito planejamento para isso.
Não se trata de querer ou não ter filhos, trata-se de ter ou não competência para atuar na formação de uma pessoa, e não somente provendo suas necessidades financeiras, mas sim suas necessidades emocionais e espirituais.
Competência! Trata-se de ser ou não ser competente para administrar outra vida além da sua.
Talvez devêssemos olhar para os casais que optam por não ter filhos com menos espanto e com mais admiração, pois no mundo em que vivemos pensar sobre trazer alguém pra cá ou não é um ato de muita consciência.
Amo meus filhos e a cada dia eles me trazem razões maiores para ser uma pessoa melhor, isso é muito gratificante, valeu a pena cada uma das tenebrosas semanas que passei, e passaria novamente cada dia da gestação de cada um deles.
Enfim, acredito que um dos nossos maiores desafios é ser capaz de ser feliz sem necessitar de outra pessoa, seja ela quem for, é muita irresponsabilidade atribuir sua felicidade ou a falta dela a um terceiro.
Ser ou não ser mãe, ser magra ou gorda, ser vegetariana ou não, praticar exercícios ou não, a questão é uma só, quem manda na sua vida? Quem decide o que melhor para você?

Angélica Marques 

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Novidade!!!

Tenho novidades!!

Tipo um Blog vai virar "Tipo um Livro" estou preparando tudo com muito carinho e antes do Natal terei esse sonho realizado e partilhado com todos vocês.

Em poucos dias farei a apresentação oficial do projeto.
Um grande abraço e meus agradecimentos a todos que acompanham o Blog e a Page!

                                                         Angélica Marques

domingo, 9 de novembro de 2014

PASSADO

O passado só deveria se chamar passado a partir do momento que fosse mesmo “passado”. Mas durante o tempo que ainda nos atormenta deveria ter outro nome.
Tudo que vivemos tem uma razão de ser e de acontecer, passamos por tantas coisas que a princípio não entendemos, mas, que depois se tornam claras.
Quando não conseguimos entender a lição que determinado fato nos trouxe, é porque ainda não aprendemos o que tínhamos que aprender.
E a lógica é simples, a gente aprendeu já na escola isso, não aprendeu: reprova, faz de novo, repete.
E ficamos nós perdendo tempo, tentando superar coisas insuperáveis ao invés de voltar e resolver, pegar o bônus do ensinamento que as situações difíceis nos trazem.
Remoemos ao invés de arregaçar as mangas e destrinchar os problemas.
Dúvidas são muito mais cruéis do que certezas duras, mas a gente não tem coragem, a gente prefere sempre se enganar, e assim vamos enchendo nossa mochila de mágoas, enchendo a cada dia com incertezas e nós na garganta.
A conta chega é claro, sempre chega.
Além do fato de percorrer o nosso caminho sempre com esse peso, nos cansando demasiadamente ao invés de viver uma vida leve, ainda tem a aquela hora que a mochila não aguenta.
E um dia tudo vem a tona, todas as mágoas, todas as questões que deixamos de resolver, algumas porque julgamos menos importantes, outra porque envolvia esforço emocional demais, e tudo de repente está ali, jogado a sua frente, tudo junto, gritando por solução.
Não encha demais sua mochila, não deixe os nós em sua garganta te sufocarem, resolva suas questões, se dedique a suas emoções, sejamos emocionalmente saudáveis.
A saúde emocional é a base da nossa vida, e se a “cachola” não anda bem, com certeza todo o resto estará comprometido.
Ou você acha que dá para empurrar a vida com a barriga eternamente?
Não dá! A gente sofre, a gente carrega passado demais em nosso presente e com isso arrebenta com nosso futuro.
Precisamos entender que determinadas coisas que insistimos em querer em nossas vidas simplesmente não nos cabe, não nos fariam bem, tem Gente cuidando disso, temos que confiar mais em Deus, entender de uma vez por todas que a gente nada sabe dessa vida.
Queremos tudo de imediato, queremos ser amados, bem sucedidos, ouvidos, entendidos, reconhecidos, e tantos outros desejos temos.
E em contrapartida não queremos ao menos esperar, não oferecemos nada em troca de tudo que queremos.
Parar, refletir se até aqui deu certo, cessar condutas improdutivas, fazer um balanço dos teus dias, isso é saudável.
Dar uma sacudida, fechar certos ciclos, deixar certos hábitos, isso sim é honesto consigo mesmo.

Dar passos para a frente sim, mas ponderando o que você quer levar daqui pra frente, e principalmente desapegando de coisas que você não quer mais no seu caminho, transformando coisas e pessoas simplesmente em “passado”.

Angélica Marques

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

NOSSO QUINTAL

Tragédia anunciada! Muitas pessoas indignadas, outras até transtornadas, cada um revestido das suas razões e na busca incessante de culpados para justificar o fato de que nem sempre as coisas acontecem de acordo com a nossa vontade. (sorte nossa).
As pessoas estão com medo, assustadas, pois desejavam a tal mudança, e essa com certeza não virá.
Como qualquer pessoa deste país, logo comecei a pensar sobre a questão. Primeiro minha reação seguiu a onda dos meus pares, fiquei com medo, aflita e insegura em relação aos rumos que provavelmente nosso país tomará, mas em seguida encontrei alento em algumas conclusões.
Nada é novo, nossos problemas são velhos, sempre os mesmos. Não que o cenário não seja alarmante, mas se voltarmos um pouco no tempo certamente chegaremos à conclusão de que tudo está como sempre esteve, com nova roupagem, mas as questões são sempre as mesmas, o que muda é a forma como encaramos as coisas.
Vejamos, eu penso que “jamais na história deste país” houve tanta piriguete por metro quadrado, penso que algumas mulheres levam muito a sério a missão de chocar e escandalizar com os modelos de comportamento.
Mas estou começando a ver com outros olhos essa e outras questões. As piriguetes sempre estiveram por aqui, a única diferença é que eram chamadas de “perdidas”, ou alguns outros nomes.
A única diferença é que há tantos anos atrás a existência delas em nada me afetava. Hoje tenho um filho adolescente e por mim eu exterminaria todas as mulheres da face da terra, nem precisavam ser “perdidas”.
Essa é a diferença: hoje, esse fato, afeta diretamente minha vida.
E não é diferente em tantos outros assuntos, ou vai dizer que é a primeira vez que falta água?
Não é! E também não será a última, só que hoje temos consciência deste fenômeno e sabemos calcular a nossa culpa, o peso dos nossos atos.
E na bendita política não podia ser diferente. Há algum tempo pouco me importava se a gasolina custasse um ou mil reais, eu nem carro tinha, não era comigo, eu não me importava. Influenciava minha vida, mas eu não sabia.
E agora? Tudo nos importa, é com a gente, é no meu e no seu bolso, por isso que parece maior, mais grave, e definitivo.
Políticos e desonestos sempre foram duas palavras da mesma frase, quase que inseparáveis. E foi sempre assim, e sempre será.
Nossa consciência e lucidez, trazidas pela idade ou pela experiência, nos castiga a cada dia nos lembrando que não tem “test drive” na vida real, que não dá para começar de novo, não dá para pular uma jogada. Não dá!
Agora é pra valer, e a percepção de que tudo está afundando é mesmo assustadora.
O que mudou? Nada, ou quase nada. Esse caos é no nosso quintal desde sempre, a única diferença é que enxergamos isso com clareza neste momento.

Clareza que com certeza não chegou a todos os cantos do Brasil, pois se assim fosse estaríamos ao menos esperançosos com uma possibilidade de melhora. Mas...

ANGÉLICA MARQUES

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

terça-feira, 28 de outubro de 2014

# PARTIU

Na era da interação total entre as pessoas, da digitalização das relações, uma questão importante deve ser objeto da nossa reflexão.
A morte geralmente é um fenômeno que mexe comigo em particular, não necessariamente de alguém que eu estime, mas das pessoas em geral.
Foi o que ocorreu dia destes. Primeiro, eu vi no Facebook as lamentações em relação à morte de uma jovem de apenas 35 anos. Em apenas uma postagem que se referia à partida precoce da menina, havia mais de 150 curtidas, vários comentários, ou seja, 150 pessoas que “supostamente” lamentavam o ocorrido.
Até aí tudo bem, a moça era jovem, pela minha superficial análise fora acometida por uma doença ingrata, e era de se esperar a revolta e tristeza de seus “amigos”.
No mesmo dia fui ao velório em razão do falecimento de alguém próximo, logo pensei que o lugar estaria lotado, cheio dos amigos da jovem, aqueles que tanto lamentaram sua partida nas redes sociais.
Para minha surpresa, ou nem tanto, o local estava sim cheio, mas cheio de tristeza, e cheio de ausências.
Havia alguns familiares desolados e alguns curiosos como eu, ninguém mais.
Centenas de mensagens foram deixadas em seu perfil, porém nenhuma pessoa teve a coragem de abraçar aquela mãe.
Centenas de curtidas, centenas de “vá em paz, amada” “descanse em paz, guerreira”. Mas nenhuma lágrima de verdade, somente as dos familiares mais próximos.
O Facebook estava de luto! E a mãe estava sozinha naquela cadeira inóspita.
Aquela cadeira que um dia acolherá a minha mãe, e a sua, e a de todos nós, aquela cadeira que será ocupada pelas pessoas que realmente se importam com você.
Não que as lamentações fossem falsas, ou mentirosas, não é esse o X da questão.
A Questão é que ninguém vive mais de verdade, ninguém ama de verdade, ninguém sequer sofre de verdade.
Conte quantos amigos você tem nas redes sociais. Contou? Agora analise o seguinte: para quem você pode ligar e contar das suas aflições, das suas lutas? Alguém se importa?
Quantos deles te ligarão caso você poste que não está bem de saúde?
Quantos deles respondem o seu bom dia, ou lhe ofertam um?
É isso, mais uma vez está constatado que estamos vivendo como em um folhetim, e no final do dia somos todos seres solitários.
Somos notícias vazias, gostamos de frases bonitinhas, e assim nos resumimos a cada dia.
Não conseguimos dar valor a quem está perto de verdade, não conseguimos mais manter relações verdadeiras.
Quem se importa de verdade com você, já parou para pensar nisso? E mais do que isso, você já parou para dar atenção a essa “meia dúzia” de pessoas que ocuparão aquelas cadeiras inóspitas?
Quem vai estar lá quando alguém publicar que você #partiu?

Angélica Marques


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

POST LUTE!

Alcança teus objetivos, lute como puder do seu jeito, com suas próprias armas. 

A partir do momento que sua luta é legítima ninguém questionará as tuas vitórias.


Angélica Marques

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dispa-se!

Estamos tão acostumados a nos vestir de super-heróis que às vezes esquecemos de voltar para nossas vestimentas originais.
Somos quem somos de verdade, somos também o que pensam de nós, somos o que acreditamos ser e às vezes somos aquilo que esperam da gente, e isso é um pouco confuso, tanto para ler, quanto para administrar no dia a dia.
Como chefes de uma família não podemos titubear, demonstrar fraquezas ou medos, pois se assim agirmos estaremos enfraquecendo as pessoas que conduzimos.
Como filhos, nunca devemos demonstrar sofrimento demais, pois isso arrebataria o coração dos nossos pais, que sofrem dobrado pelas nossas angústias.
Já como pais, devemos mostrar naturalidade diante dos percalços dos nossos pequenos, para incentivá-los a serem fortes e não se deixarem abater por pouco.
Diante da sociedade devemos parecer felizes e diante dos nossos pares nem tanto, a fim de que nos proporcionem mais afeto, mais colo.
E assim seguimos nossas vidas representando papéis, vivendo em várias peles, em vários mundos, em várias cores.
Acontece que não somos o que parecemos ser. Não somos o que os outros querem, não somos o que queremos e menos ainda o que acreditamos ser.
Nós somos a soma de tudo que vivemos e tudo que nos fizeram, e essa fórmula não está nos livros de química e nem em qualquer outro manual, essa fórmula é uma fórmula surpresa que um dia explode à nossa frente.
Sabe aquela apontada de dedo que alguém te mostrou olhando bem nos teus olhos? E que você jurou não ter te afetado. Pois é, afetou sim, e quando você menos esperar vai doer, e vai te incomodar como se tivesse acontecido horas atrás.
Aquela palavra áspera, a ausência da resposta que você tanto esperava, o abraço menos apertado que te deram, quando você esperava muito mais.
Tudo o que passamos se não foi bem resolvido vai voltar, e voltar de forma cruel, castigando pela demora, como se fosse um acréscimo de juros pelo tempo de espera.
Já vi homens fortes chorarem por tão pouco, coisas tão pequenas, e enfrentarem avalanches com o peito aberto.
Mulheres fortes e cheias de atitudes clamarem pelo único beijo que não lhe foi dado, o beijo de um pai, o abraço de um irmão.
Todas essas contas nos serão apresentadas, e no momento mais inoportuno possível, bem quando nossas janelas estiverem abertas, bem quando nossos telhados forem de vidro.
Não deixe amanhecer. Não deixe o dia passar, muito menos os anos, menos ainda uma vida inteira.
O grito que não sai da tua garganta pode te sufocar. Se não gostou, grite. Reclame proteste.
Se achou pouco o que lhe deram, peça mais, reivindique seus direitos, seus amores, seus abraços e até aquele tapa que no fundo você sabe que mereceu.
Não deixe a mágoa escurecer a sua visão do mundo, a sua visão sobre as pessoas.
É bem mais fácil perdoar as palavras que foram ditas aos gritos do que as que as abafadas pelo silêncio.
Deixe transparecer as tuas feridas, para que alguém possa vir e curá-las.
Não se faça de forte por muito tempo, isso é muito cansativo e só vai ferir a você mesmo.
Entre em repouso, respire e se deixe cuidar, se deixe parecer fraco, se deixe perder algumas coisas, às vezes é preciso perder.
Dispa-se das suas armaduras e coloque os teus pés no chão, olhe para você mesmo e se aproxime de quem você é de verdade.
Devemos ser mais o que somos e menos o que esperam de nós.


Angélica Marques

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

MENINOS SEM PAI

Dia desses me peguei pensando em uma coisa que me assustou muito, o futuro dos nossos meninos.
Antigamente (meu Deus!) existia um certo código a respeito do destino dos meninos, eles eram iniciados na vida profissional, não muito cedo, mas na hora exata.
Na família sempre havia um profissional disposto a ensinar o oficio aos pequenos, os tios mecânicos recrutavam para lavar peças, toda a rapaziadinha da família, aos poucos os meninos começavam a ganhar melhor e logo estavam oficialmente iniciados e responsáveis, e logo capazes de prover suas próprias necessidades.
E assim acontecia em várias áreas, sempre alguém que já dominava o ramo, trazia vários dos seus para um oficio digno.
Bom, dito isto surge a minha preocupação. Nos dias de hoje raros são os profissionais em quem podemos confiar, mais raras ainda as pessoas que estão dispostas a transmitir de forma leal algo que sabem.
Isso somado à má qualidade da educação que temos em nosso país, é realmente algo muito preocupante.
Se não há mais pessoas dispostas e capacitadas a ensinar e o acesso à educação de qualidade é cada vez mais restrito a quem pode pagar, e pagar muito, que tipo de homens estão sendo formados?
O que serão nossos jovens? Quem serão? O que farão e o como vão ganhar a vida, sustentar suas famílias?
A incapacidade para se manter e manter uma família não impede que esses jovens constituam famílias, ou simplesmente tenham filhos. E essas pessoas estão cada vez mais à margem de acessos básicos como saúde, saneamento, e tantas outras coisas, sem mencionar as necessidades emocionais, o que tranquilamente daria outro artigo.
Estamos frente a uma geração sem oportunidades, uma geração que nem se deu conta de que a juventude não dura pra sempre e que uma hora ou outra, mais cedo ou mais tarde terão que parar de usar boné de aba larga e vestir-se para o trabalho.
Essa geração wi-fi ainda não se deu conta que são desapadrinhados, que estão às margens de uma sociedade que não enxerga.
Mas isso pelo jeito preocupa somente a mim mesma, pois as novelas e os programas de TV só enfatizam o contrário, banalizam costumes e princípios familiares como se isso fosse uma coisa boa.
Estamos frente a um futuro tenebroso, onde o jovem não tem senso crítico, muitas vezes nem o senso propriamente dito.
Nascem cada vez mais, filhos de pais que não tiveram pais, filhos de uma geração que nada aprendeu, e sendo assim nada podem ensinar.
Filhos do descaso e do abandono intelectual, sem mencionar as outras tantas faltas que assolam nossos meninos.
Meninos sem pai, meninos sem pátria.

Angélica Marques


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

TEMPO DE SOBRA

A busca do João, do Pedro e do Sebastião: o tempo, esse danado fujão.
A falta de tempo juntamente com o aquecimento global, o efeito estufa e o governo Dilma, é definitivamente a justificativa mais usada para nos consolar dos nossos fracassos diários.
Atribuímos toda a culpa do mundo à falta de tempo. Nossos filhos estão rebeldes porque não temos tempo para educá-los. Não cuidamos da nossa saúde porque não temos tempo, afinal temos que trabalhar para pagar justamente o plano de saúde.
Não ligamos para velhos amigos porque não temos tempo para recordações infrutíferas.
Nunca retornamos a ligação de nossos pais, deixamos para fazer isso em uma hora mais tranquila, sem tantas ocupações. Hora que nunca chega.
Viagens, férias, namoro, só nas brechas entre um compromisso inadiável e outro importantíssimo. Afinal, temos que trabalhar para termos acesso a coisas boas, de qualidade.
Comemos comida pronta para nos sobrar tempo, a gente vai de avião, a gente liga depois, a gente desmarca aquele happy hour!
E tudo isso para nos sobrar tempo. Mas afinal, como tanto questiona o mestre Mário Sérgio Cortella: Tempo pra que? Para que estamos usando todo esse tempo que “teoricamente” nos sobra? Sobra?
O tempo não se poupa, não se guarda, não se empresta, não se pode vender e fatalmente não se pode comprar.
O tempo não é um objeto, é uma ideia de possibilidades, ideia que só nos ocorre com a real dimensão quando não podemos mais fazer nada respeito.
Você já agradeceu por não estar com dor de dente? Pois é, mas quando ela vem, implacável, você só consegue pensar no quanto estava bem sem aquela dor, e é bem assim que acontece com o tempo: só o queremos de verdade quando não o temos mais.
Encaramos a falta do que fazer como entediante, estamos acostumados a enfrentar o ócio como sendo algo negativo.
Ainda nas lições de Cortella, o ócio, do latim ottum, é o tempo livre por escolha. Escolha.
E é bem isso que precisamos fazer para romper esse círculo vicioso da falta de tempo: escolher, e escolher bem, escolher melhor o que irá nos prender por horas.
Afinal, o que terá adiantado manter seu filho na melhor escola da cidade, porque você tem grana pra isso, se no final do dia estará tão cansado a ponto de não dar um simples beijo de boa noite?
O que valerá ter a maior televisão disponível no mercado se você usa esse aparelho para manter seu filho calado, sem perguntas, sem histórias.
Qual será a utilidade de uma casa imensa se você só consegue frequentar o seu quarto na exaustão do final de um dia.
Nada. Esta é a resposta para todas as perguntas acima, não valerão nada seus esforços se eles não tiverem por objetivo agregar pessoas à sua vida.
Estamos correndo muito, tanto e tão depressa que não refletimos sobre a direção dessa corrida, não sabemos o que queremos, só sabemos que queremos logo e do melhor, e se possível do mais caro.
O nosso tempo livre é todo usado para retratar nas redes sociais os raros programas que conseguimos fazer em prol de nós mesmos.
Potencializamos esses raros momentos, convencemos os outros que nossa vida é legal, que nossa vida é boa, que às vezes acabamos nos convencendo também.
Viramos telespectadores de histórias que não existem, prostrados frente telas, com trilhões de pixels de resolução, telas grandes e pequenas, onde nossa vida passa, e passa.

Angélica Marques






quarta-feira, 24 de setembro de 2014

sábado, 20 de setembro de 2014

PILARES

Funciona mais ou menos assim: precisamos de uma estrutura para nos manter de pé, e firmes também.
Nossa vida é subdividida em vários setores, mas essencialmente são três, a família, o trabalho e o coração, esses três pilares nos fortalecem para prosseguir com nossas batalhas particulares.
Como todos os pilares a função destes não é diferente, nos dar sustentação, e quando fragilizados também se comportam como pilares tradicionais, se rompem e desestruturam, cedem, se estilhaçam e precisam de reparos. Por vezes até de substituição.
Já reparou que geralmente quando um de seus pilares não está legal a tendência é que o apoio seja buscado em outro?
Existem momentos na vida em que todos os nossos pilares ficam balançados, e por mais que busquemos encontrar em um ou em outro alguma força, não há socorro nesta hora.
A família, mesmo estando nos dias de hoje tão desvalorizada e corrompida, costuma ser o melhor esteio, é para lá que corremos quando tudo dá errado.
Quantas vezes buscamos no colo de nossos familiares consolo para nossas decepções amorosas, e até mesmo aquele desabafo a respeito do trabalho que não anda bem, o chefe que não dá paz, e assim por diante.
O amor é um pilar meio metido a besta, quando se tem o pilar do amor bem forte e bem robusto costumamos não enxergar a importância dos outros.
Precisamos destes três pilares para que tudo corra bem, devemos cuidar de cada um deles com o cuidado merecido, não deixando que nossas bases fiquem estremecidas nos deixando a eminencia de uma queda.
Cuide de sua família, cuide do seu lar, tenha sempre em mente que não se substitui certas coisas.
Se o trabalho não anda bem o pensamento é inverso, não se prenda a um pilar fraco, arriscando ruir coisas realmente importantes, este pilar sim pode e deve ser substituído sempre que não estiver a altura de suas pretensões.
Quanto ao amor, ah o amor, esse não há receitas, não há truques nem conselhos, cada um que cuide do seu pilar cor de rosa da maneira que lhe convir.
Esse pilar pode ser de aço e mesmo assim se apresentar em certo momento da vida condenado.
Existem também os que mesmo de isopor suportam todas as adversidades em sua missão, vai estar sempre ali.
Como eu já disse não há truques, mas vale sempre lembrar que seja ele como for, forte ou fraco, belo ou nem tanto, ele tem que ao menos existir, para não atrapalhar com sua ausência a estabilidade de suas emoções.
Se construa! Se destrua! Mas mantenha-se sempre de pé, ainda mais quando você for o pilar de alguém.


Angélica Marques

sábado, 6 de setembro de 2014

Mais e Mas


Eu não tive muitas oportunidades em se tratando de educação básica. Mudei de cidade durante o Ensino Médio umas quatro vezes, e de escola perdi as contas, e isso me causou sérias deficiência em alguns princípios básicos da nossa gramática.
Já adulta, tive a oportunidade de estagiar com uma pessoa muito generosa que me ensinou muitas coisas, tanto para minha futura vida profissional quanto em relação a erros de convicção que eu trazia de longa data.
Um dia essa pessoa me corrigiu em relação ao uso correto do “mas” e do “mais”, me explicando pacientemente a função de cada um. Meu amigo discorreu longos minutos na explicação que me fez diferenciar um de outro.
Deixo aqui meus agradecimentos a esse generoso amigo, que entre tantas coisas, me ensinou também a usar corretamente essas duas palavrinhas.
Dia desses esqueci a gratidão e pensei que talvez essa lição não tenha sido tão boa assim.
Pensei que talvez eu pudesse mesmo viver achando que um e outro no final eram a mesma coisa, e não tendo jamais que pensar como o emprego de um mas, poderia ser pesaroso enquanto o emprego do mais, na maioria das vezes, era bem positivo.
O “mais” é uma palavra que acrescenta, que agrega, que traz alguma coisa junto a outra. Me parece ótimo!
Mas, o “mas” é a palavra mais triste que eu já conheci em toda minha vida. O “mas” antecede todas as renúncias que fazemos ao longo de nossas vidas.
Essa palavra de três letrinhas apenas nos faz frear, nos faz desistir e nos faz enterrar sonhos que jamais seriam enterrados não fosse a existência desse bendito “mas”.
Quantas vezes começamos uma frase tão bem, explicamos o tanto que queremos algo, com os olhos sorrindo, gesticulando e, de repente, o sorriso do olhar se vai, os ombros assumem outra postura e tudo dá lugar a um “mas”.
Quantas vezes isso aconteceu na sua vida?
Quantas vezes ao dizer “mas” você deixou de viver algo a mais?
É sempre assim. Nascemos originalmente alados, mas nossas raízes acabam crescendo e nos impedindo de alçar alguns voos, no início somente os mais ousados, mas quando nos damos conta estamos com medo até dos pequenos voos.
E de repente estamos apenas caminhando, seguindo o fluxo, fazendo igual ao que todos fazem.
Logo depois a caminhada desacelera e passamos a calcular milimetricamente nossos movimentos, a fim de evitar quedas, e quando nos damos conta estamos rastejando sem direção, sem perspectivas, rumo a qualquer lugar.
Nós nos esquecemos de que, embora a dor da queda possa ser grande, o prazer da tentativa existe e é um combustível para a nossa existência.
A certeza de um caminho pleno e sem sobressaltos pode arruinar esse caminho, por mais belo que ele seja.
A vida em si e nossa natureza nos levam mesmo a desacelerar, mas devemos ficar atentos para não parar de vez, cuidar para que nossas vidas tenham muito mais “mais” do que “mas”.

Angélica Marques


sábado, 30 de agosto de 2014

PRECONCEITO

Preconceito

Eu não tenho, você não tem, ninguém tem, mas ainda existe gente morrendo por isso.
Quando o assunto é preconceito, a negação vem logo de cara: ninguém assume, todos negam e negam bem, com categoria.
Já ouviram ou falaram a frase: Nossa, eu trato minha empregada como se fosse uma pessoa da minha família.
Pois bem, começando os apontamentos. Como mais poderia ser tratada uma pessoa que lava o seu banheiro e faz a sua comida todos os dias?
Ah! Mas eu tenho vários amigos gays e os trato normal! Com o maior respeito.
E por qual motivo se trataria com anormalidade um amigo? Pelo simples fato deste amigo ter uma opção sexual diferente da sua?
Essas e outras coisinhas tão pequenas do nosso dia a dia nos mostra exatamente o quanto estamos longe da evolução que tanto gritamos.
Feminista que sou, serei obrigada a levantar mais uma vez a bandeira das mulheres, por serem estas o principal alvo desses abusos.
Um homem abandona a família, o lar, os filhos. Em contrapartida paga uma ninharia com muito custo, e o que este homem é? Nada, ele é apenas um homem que não aguentou mais a mulher. Mas paga certinho a pensão.
Uma mulher desiste do casamento, raramente dos filhos, e na mesma hora se transforma em uma pervertida sexual sem moral e que não merece estar em uma festa de família ou com você nas fotos do Facebook.
O que a maioria das pessoas não entende é que estar, ou falar, ou dar uma oportunidade de trabalho para uma pessoa que age diferente de você, não torna você um adepto das escolhas de vida que essa pessoa fez nem complacente com atitudes que você não concorda. Essa atitude só mostra que você vê um pouquinho além daquilo que todo mundo diz.
Quando ouvimos ou lemos a história bíblica em que uma mulher foi apedrejada em praça pública, logo pensamos: ainda bem que isso acabou.
Acabou mesmo? Vejo pessoas sendo apedrejadas todos os dias, sofrendo julgamentos excessivos e maldosos e tendo suas vidas prejudicadas por puro preconceito.
É bem certo que vivemos regidos por códigos de conduta e é razoável que saibamos quando podemos ou não ferir esses códigos, mas uma coisa é certa: todos nós infringimos as normas sociais, todos, e fazemos sempre que nos convém. Transgressão.
As pessoas são muito mais do que postam, são muito mais que breves cliques, as pessoas têm histórias, têm cicatrizes e feridas que jamais conheceremos a fundo, e o conjunto de tudo isso é o que faz de cada um o que realmente é.
Sejamos prudentes ao rotular, sejamos mais amenos ao classificar alguém como verde ou azul, afinal muitas vezes nossos olhos nos traem.

É muito bonito falar de perdão, falar de amor ao próximo, mas tenhamos cuidado no trato com as pessoas, tenhamos mais zelo com as palavras que lançamos. Afinal, dizem por aí, que uma palavra dita é como uma flecha lançada: não tem volta.
Angélica Marques

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Quer ser legal? Morra.

Quer ser legal? Morra.

Pessoas passam a vida inteira buscando um lugar ao sol. Alguns buscam o sucesso profissional, outros buscam um status social, há os que querem a fama propriamente dita, serem conhecidos por algum de seus feitos, ou por outra qualidade qualquer.
Mesmo em nossa pacata City temos algumas figuras que se julgam famosas, algumas delas merecidamente, pois fazem a diferença na área que se propõem. Outras nem tanto, mas experimentam a tal “faminha” por atitudes extravagantes, gostos singulares e assim por diante.
Não podemos negar que ser reconhecido por algo que se faz bem é uma gratificação realmente muito significativa, porém, neste cenário de valores tão invertidos que estamos, há de se convir que estar em evidência, seja lá por qual for o motivo, se tornou uma banalidade.
Nos últimos dias o assunto principal tem sido a morte de um presidenciável, inegavelmente um acontecimento triste, tendo em vista que famílias foram destruídas, sonhos foram interrompidos. Mas daí a santificar o terceiro colocado nas pesquisas da forma que está sendo feito é um exagero sem tamanho.
Frases “supostamente” ditas por ele viraram gritos de guerra, propostas políticas que até então eram desconhecidas passaram a ser admiradas e seguidas,
Fica evidente que o pobre defunto ganharia em primeiro turno, ops!, se não fosse um defunto. Porém, se não fosse ainda estaria em terceiro. Confuso, não?
A verdade é uma só: as pessoas não estão interessadas em conhecer as biografias dos candidatos. É muito mais fácil acreditar no que é dito na TV, é muito mais fácil ir com a maioria, jogar sempre no time que se está ganhando, sem riscos.
Um posicionamento da nossa parte neste momento é muito importante, precisamos olhar mais atentamente para o que acontece ao nosso redor.
Engolimos coisas absurdas com muita facilidade, a nossa inércia política e social está nos levando cada vez mais para o buraco.
Candidatos se valem de jargões cômicos, sátiras e jingles engraçadinhos para chamar nossa atenção, quando na verdade deveriam se apresentar a nós, eleitores, de forma respeitosa e correta.
Eu particularmente não quero que meus interesses sejam defendidos por um palhaço. Nada contra os palhaços, mas acho que cada um deve ficar na sua área, se bem que Brasília está bem apropriada para receber este tipo de profissional.
Piadas a parte, não podemos mais errar, não devemos aceitar menos do que o melhor para o nosso país, para a nossa cidade e para a nossas vidas, para a vida de nossos filhos.
Não vamos deixar que assuntos paralelos e sem importância ganhem nossa atenção.
Que nossas prioridades não saiam de pauta, que tenhamos a devida atenção à vida pregressa das pessoas que estarão no comando.
Em tudo que fizermos que seja com consciência, com responsabilidade, vamos discutir, vamos entender o que está sendo dito.
Quando alguém bater a sua porta querendo apertar sua mão, aperte você essa mão, bem forte! Porque é da nossa fraqueza que brotam os corruptos.


Angélica Marques